Supremacia paulista durante 16 anos

De 1924 a 1940, a festa da corrida do último dia do ano foi reservada aos atletas de São Paulo

Fase Nacional


Acervo/Gazeta Press

Joaquim Gonçalves (à esq.), tricampeão da São Silvestre (1942, 43 e 44) (Foto: Acervo/Gazeta Press)

A primeira São Silvestre contou apenas com a participação de atletas paulistanos. Com o crescimento da prova, aumentou o interesse e vieram os primeiros competidores do interior e outros Estados, o que deixou a corrida mais competitiva, ano a ano.

Por 16 anos, a festa da corrida do último dia do ano foi reservada aos atletas de São Paulo. A supremacia paulista só foi quebrada quando o mineiro José Tibúrcio dos Santos saiu-se vitorioso em 1941.

Mas a alegria dos visitantes durou pouco. No ano seguinte, Joaquim Gonçalves da Silva reconquistou o troféu para São Paulo e faturou ainda os títulos em 43 e 44. Assim, ele tornou-se o principal destaque da fase nacional como o primeiro paulista a ganhar três vezes seguidas. Após sua última vitória, teve início o período internacional.